Confira um trecho de uma artigo sobre Treinamento funcional, veja reportagem completa do site do Ig

Prazer em se mexer
Um dos focos de quem ensina ginástica funcional é mudar a percepção dos alunos em relação à prática de atividades físicas. “Para muita gente, estar na academia é como tomar um remédio: você faz porque sabe que só assim atingirá seus objetivos. No entanto, estes ficam muito mais próximos quando o treino passa a ser lúdico e variado”, resume D´Elia.
A vendedora Carolina Xavier, de 33 anos, de São Paulo (SP), percebeu isso na prática. Fã da ginástica funcional, ela conta que chegou a se dedicar à musculação por um tempo. “Mas nunca gostei”, confessa. Ao partir para a nova modalidade, notou que ficar em forma podia ser muito mais prazeroso e fácil. “Cada dia faço um treino diferente, é uma delícia”, conta.
Conjunto harmônico
De acordo com Hashimoto, na ginástica funcional não se fala em exercícios para “fortalecer as costas” ou “tonificar as pernas”. Como a intenção é realizar um trabalho global, o treinamento é dividido por tipos de movimentos, como empurrar e puxar ou agachar e levantar. “Para as mulheres, que geralmente não têm a intenção de ficar musculosas, o treinamento funcional é ótimo, pois o corpo fica tonificado e, ao mesmo tempo, harmonioso. Não se perde a mobilidade e nem a feminilidade dos movimentos”, completa o profissional do interior paulista. Carolina assina embaixo. “Sinto que tenho mais força, mas é algo que vem de dentro para fora”. Os únicos que provavelmente não gostaram dessa história foram os filhos da vendedora: “ah, agora quando preciso dar um ‘pique’ atrás deles, meu corpo reage bem mais rápido”, diverte-se.
No blog do site de Artur Monteiro o autor Thiago Carneiro cita no artigo "O que é Treinamento Funcional?" como o programa de exercícios funcionais traz vários benefícios tanto ao corpo como também à mente. Alguns benefícios do método:
Desenvolvimento da consciência sinestésica e controle corporal;
Melhoria da postura;
Melhoria do equilíbrio muscular;
Diminuição da incidência de lesão;
Melhora do desempenho atlético;
Estabilidade articular, principalmente da coluna vertebral;
Aumento da eficiência dos movimentos;
Melhora do equilíbrio estático e dinâmico;
Melhora da força, coordenação motora;
Melhora da resistência central ( cardiovascular ) e periférica ( muscular );
Melhora da lateralidade corporal;
Melhora da flexibilidade e propriocepçao;
Dentre outras qualidades necessárias e indispensáveis para a eficiência diária e esportiva.
Fonte
Site do Professor Artur Monteiro

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Juliana Soares Botelho